4 Exames que detectam alterações no sangue - Dieta do Ovo

4 Exames que detectam alterações no sangue

A alteração do açúcar no sangue pode ser detectada po meio de uma série de exames. Veja os principais! 

Quando uma pessoa percebe que existe algo de errado com seu corpo e nota a ocorrência de sintomas específicos, a ação mais rotineira é marcar uma consulta médica para saber o que está acontecendo. 

Contudo, o profissional precisa solicitar alguns exames para chegar a uma conclusão, uma vez que apenas o histórico clínico e as queixas apresentadas podem não ser suficientes para fechar o diagnóstico. 

Com o diabetes, é assim mesmo que funciona, sendo necessário realizar alguns testes para saber se é realmente esse o quadro. Pensando nisso, selecionamos os principais e explicamos como eles funcionam. Confira a seguir! 

Quais Exames detectam alterações no sangue?

  • Teste oral para gestantes 
  • Teste de glicemia em jejum 
  • Teste oral de tolerância à glicose 
  • Teste aleatório de glicose plasmática 

Teste oral para gestantes 

Ele é bastante importante para todas as mulheres grávidas que tenham mais de 25 anos, mesmo que não sejam obesas e não apresentem histórico de diabetes na família. 

O exame é feito entre a 24ª e a 28ª semana de gestação e consiste na ingestão oral de uma sobrecarga de glicose. 

Seu funcionamento é fácil, uma vez que a mulher precisa ficar sem comer por oito horas e faz um exame de sangue para avaliar a glicemia em jejum. 

Depois, ela ingere água com açúcar e espera 1 hora para retirar sangue novamente, a fim de analisar se a insulina está funcionando corretamente. Caso seja notada alguma alteração, o médico vai poder indicar o tratamento mais eficaz para garantir o bem-estar da mãe e do bebê. 

Teste de glicemia em jejum 

É bem provável que esse exame seja o mais conhecido dos pacientes com diabetes. Ele é utilizado para medir o nível de glicose no sangue e diagnosticar a doença. 

Seu funcionamento é bem simples: ele é realizado após o paciente passar, ao menos, 8 horas sem se alimentar e é responsável por analisar a quantidade de açúcar no sangue. Corno é fácil de ser feito e apresenta baixo custo para o paciente, ele é bastante aceito pelas pessoas. 

Quando as taxas de glicose ficam entre 100 mg/dI e 125 mg/dl, o pré-diabetes é constatado e, quando a glicemia consta corno igual ou superior a 126 mg/dl (confirmada por repetição do teste em outro dia), é diagnosticado o quadro de diabetes. 

Teste oral de tolerância à glicose 

Esse exame é um pouco diferente do anterior, uma vez que ele mede a glicemia em dois momentos: após pelo menos 8 horas de jejum e após 2 horas da ingestão de um líquido com quantidade significativa de glicose. 

Seu papel é identificar o risco de diabetes ou pré-diabetes. No segundo teste é preciso ingerir um líquido com 75 gramas de glicose diluídos em água e, caso a glicemia esteja entre 140 mg/dl e 199 mg/ dl, o pré-diabetes é confirmado. 

Nesse caso, ele é conhecido corno intolerância à glicose, ou seja, a pessoa está mais propensa a desenvolver o diabetes tipo 2. 

Já no caso de a glicemia estar igual ou superior a 200mg/dl, confirmada por re-petição do teste em outro dia, é detectado o diabetes. 

Teste aleatório de glicose plasmática 

Assim como os exames anteriores, esse também tem como objetivo detectar diabetes e pré-diabetes por meio da análise do nível de glicose no sangue. Contudo, seu procedimento é um pouco distinto dos demais, pois ele não leva em conta o que foi consumido na última refeição. 

O que é pré diabetes?

Um indivíduo é diagnosticado como pré-diabético quando apresenta valores de glicose no sangue alterados, porém não suficientemente altos para caracterizar o diabetes. 

É um estado em que já se constata um aumento significativo na secreção de insulina pelo pâncreas, sugerindo que haja uma maior necessidade desse hormônio para se obter um efeito menor, já que a glicose, mesmo assim, não está normal. 

É bom lembrar que o pré-diabetes só acontece quando se fala no tipo 2 da doença, provocado, essencialmente, por má alimentação e sedentarismo – o tipo 1 é motivado por um fator auto imune natural do organismo.

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