6 Farinhas que Controlam a Glicemia - Dieta do Ovo

6 Farinhas que Controlam a Glicemia

Você sabia que existem algumas farinhas que controlam a glicemia?

A glicemia pode ser controlada com algumas farinhas que você escolhe na hora de montar o seu cardápio. Conheça as melhores opções e aposte sem medo! 

Refeições balanceadas são a chave para evitar doenças e proteger seu organismo. 

Seguir um cardápio com frutas, verduras, legumes, sementes e grãos ajuda a manter a glicemia sob controle, porém, não se esqueça de que é preciso cautela, inclusive quando os alimentos são benéficos, pois mesmo as opções que parecem perfeitas podem conter açúcar. 

Fique atento e na dúvida de quais farinhas controlam a glicemia, consulte um médico endocrinologista ou um nutricionista. 

Leia Também: 9 farinhas sem glúten

Lista com as melhores 6 Farinhas que Controlam a Glicemia

  • Farinha de Banana Verde
  • Farinha de Berinjela
  • Farinha de feijão branco
  • Farinha de maçã
  • Farinha de maracujá
  • Farinha de Uva

Farinha de Banana Verde

O grande trunfo da farinha de banana verde é a presença de amido resistente – um tipo de carboidrato que passa de forma intacta pelo intestino delgado, deixando para o intestino grosso substratos benéficos para a flora intestinal. 

O amido resistente é similar à fibra alimentar que não é digerida nem absorvida pelo intestino delgado. 

Assim, no intestino grosso, ele é fermentado, produzindo substâncias que servem como fonte de energia para produção de bactérias benéficas do nosso intestino. 

Essas bactérias têm a capacidade de manter a integridade da mucosa do nosso intestino, que é responsável pela absorção adequada dos nutrientes e pela barreira da entrada de substâncias maléficas. 

Leia Também: Turbine Sua Dieta com estas Farinhas Emagrecedoras

Farinha de Berinjela

Devido à boa quantidade de fibras, a farinha ajuda a aumentar a sensação de saciedade e impede que o organismo absorva gorduras. 

O alimento também controla a compulsão por doces, já que evita o pico glicêmico e a queda severa de glicose no sangue. A principal fibra da farinha é a solúvel, que age na diminuição do colesterol e da glicemia no sangue. 

O alimento também protege as funções hepáticas, aumentando a produção de bílis, o que combate o colesterol. 

Além disso, a farinha de berinjela é rica em antocianinas, que é o mesmo antioxidante presente no suco de uva e no vinho, combatendo radicais livres em excesso, ou seja, protegendo os órgãos de doenças inflamatórias e do envelhecimento precoce. 

É importante lembrar que o alimento não tem boa fermentação, por isso, para em receitas de bolos e pães, é preciso misturar com outra farinha, de preferência integral, que é igualmente saudável. 

Leia Também: Farinha de Berinjela: Veja Como Preparar e seus Benefícios

Farinha de feijão branco

A faseolamina, uma substância presente na farinha, é uma glicoproteína que auxilia no tratamento do dia-betes e reduz os níveis de triglicérides do sangue, pois diminui a absorção do carboidrato (amido) encontrado em massas, batatas, arroz, pães e biscoitos. 

A substância inibe a atividade da enzima alfa-amilase humana, que é responsável pela transformação do amido ingerido em glicose. 

Essa enzima, presente na saliva e liberada pelo pâncreas no intestino, atua após a alimentação, durante o processo de digestão, quebrando os amidos ingeridos e os convertendo nos açúcares da circulação sanguínea, o que irá causar o aumento da glicemia (taxa de açúcar no sangue). 

Com a inibição da enzima alfa-amilase, os amidos não conseguem ser digeridos e são enviados diretamente ao intestino para sua eliminação através das fezes. 

Esse mecanismo apresenta uma alternativa segura para as dietas de emagrecimento, para diabéticos que precisam diminuir a quantidade de açúcar circulante e para diminuição de triglicérides, favorecendo a saúde do coração. 

Farinha de maçã

A farinha de maçã é rica em pectina, uma fibra solúvel que promove sensação de saciedade, ajudando no emagrecimento. A substância torna a absorção da glicose menos eficiente, fazendo com que o açúcar seja absorvido mais lentamente, o que evita a transformação dos açúcares em gorduras. 

Além disso, a pectina ajuda na regulação do trânsito intestinal, pois aumenta o bolo fecal e retém mais água, colaborando com o bom funcionamento do intestino. 

Farinha de maracujá

A farinha da fruta ajuda a reduzir os picos glicêmicos e a produção de insulina. Isso porque, quando o hormônio é liberado no corpo em grandes quantidades, alguns tecidos e órgãos começam a diminuir sua resposta a ele, sendo preciso mais insulina para armazenar a mesma quantidade de energia – esse processo é denominado resistência à insulina que, se não revertido, ocasiona o diabetes tipo 2. 

Para quem já tem a doença, a farinha auxilia no equilíbrio da glicemia, estabilizando o problema. 

Ela é rica em fibras e pobre em carboidratos, por isso é a mais indicada para o controle da glicemia, sendo uma aliada para os diabéticos tipo 1 e 2. 

Farinha de Uva

O alimento é fonte de antioxidantes que garantem a saúde dos olhos e também do coração. 

A farinha de uva, nesse caso, é para quem quer ter os benefícios dos antioxidantes do vinho sem precisar tomá-lo todos os dias. 

A luteonina é um composto fenólico importante para a visão, indicado especialmente para perda da visão senil ou para diabéticos descompensados, que precisam tomar um cuidado extra com a visão.

dietaedietas.com.br

Deixe um comentário